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Reviravolta: Polícia não encontra marcas de tiro em sucuri morta no Rio Formoso
Reviravolta: Polícia não encontra marcas de tiro em sucuri morta no Rio Formoso
26/03/2024 10h02 Atualizada há 2 anos
Por: Viviane Freitas
Foto: Reprodução

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Uma equipe da Polícia Militar Ambiental (PMA) examinou a sucuri Anajúlia, de 6,5 metros, encontrada morta às margens do rio Formoso, em Bonito. O incidente ocorreu no domingo e causou revolta entre fotógrafos e ambientalistas locais.

Segundo as primeiras investigações, não foram encontradas marcas de tiros na cobra. O delegado Pedro Ramalho e uma equipe de peritos realizarão uma perícia detalhada nesta terça-feira para esclarecer o ocorrido.

Se confirmado que a sucuri foi morta por ação humana, o responsável enfrentará acusações criminais por crime contra a fauna. O comandante da PMA enfatizou que o autor do crime pode ser punido com detenção de seis meses a um ano e multa de até R$ 500 mil.

Após a perícia, a sucuri será levada para Campo Grande, onde será embalsamada para preservação. O animal fará parte do acervo da Polícia Militar Ambiental e será exibido em exposições futuras.

O assassinato de Ana Júlia provocou indignação entre fotógrafos e ambientalistas. Cristian Dimitrius, fotógrafo e documentarista, expressou sua revolta nas redes sociais, lamentando a perda.

Ana Júlia, conhecida por sua interação única em filmagens, era uma figura familiar na região. Sua morte gerou tristeza e apelos por justiça.