Com apenas três meses, Isadora e Luísa Ervê, tem um longo caminho pela frente. As gêmeas univitelinas nasceram com má formações Isadora e Luísa Ervê, gêmeas de apenas 3 meses, precisam de ajuda financeira para exames e cirurgias, em Campo Grande. A família criou uma vaquinha virtual.
Os bebês têm retrognatia mandibular com fissura palatina e malformações ósseas. Segundo a mãe das meninas, Ana Paula dos Santos Ramiro, 30 anos, as filhas ainda não têm um diagnóstico exato da doença. “O cariótipo genético não pegou nada”, afirma a dona de casa, sobre o exame de análise cromossômica, a partir de uma amostra genética dos progenitores, ou seja, dos pais.
“Elas são univitelinas, mas precisam de outros exames genéticos, mais a fundo, para saber o motivo das alterações. Mas a cirurgia da retrognatia só é feita por ação judicial, até porque pelo SUS [Sistema Único de Saúde] não dá, tem que judicializar”, explica a mãe.
As gêmeas nasceram como prematuras tardias, com 36 semanas e 2 dias, no Hospital Regional de Campo Grande. Pequeninhas, Luísa tinha apenas 2,015kg, enquanto Isadora pesava 2,340. Ambas vieram ao mundo sem o fêmur, sem as juntas dos braços e com os pezinhos tortos. Além disso, possuem o queixo para trás. “Por isso usam sonda nasoenteral”, ressalta Ana.
Atualmente, Luisa está com 4kg, enquanto Isadora completou 4,380 kg, ou seja, é uma verdadeira corrida contra o tempo.
O objetivo da família é arrecadar R$ 500 mil. Somente a cirurgia da retrogatina para as duas bebês é R$ 300 mil. “Depois, tem as outras cirurgias que vão precisar. Uma delas é uma prótese para as pernas”, completa Ana. Para ajudar, basta acessar a vaquinha virtual clicando aqui. As doações também podem ser feitas pelo PIX: 043.492.851-80.