A assessoria de imprensa do hospital não forneceu informações sobre pacientes e familiares, visando preservar a privacidade dos mesmos.
Fahd Jamil, conhecido como o "Rei da Fronteira," possui histórico de doença pulmonar obstrutiva crônica. Ele está detido desde 19 de abril de 2021, quando se entregou após quase um ano foragido, e passou 51 dias na cela do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) antes de conseguir prisão domiciliar.
Durante esse período, Fahd apresentou sinais de emagrecimento, perda de memória recente e falta de ar, necessitando de cuidados especiais, incluindo a presença de uma enfermeira. Ele também passou por uma cirurgia cardíaca de emergência antes de ser liberado para responder ao processo em liberdade mediante o pagamento de fiança no valor de R$ 990 mil.
Desde abril deste ano, Fahd Jamil não usa tornozeleira eletrônica, pois a medida foi revogada pelo juiz da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, Roberto Ferreira Filho. No entanto, o magistrado estabeleceu diversas medidas cautelares, incluindo a proibição de mudar de residência sem prévia comunicação à Justiça, a necessidade de autorização para se ausentar de Campo Grande por mais de oito dias, comparecimento a todos os atos do processo, recolhimento domiciliar noturno e aos finais de semana e feriados, além do comparecimento mensal em juízo.