02/12/2020



Juiz manda Harfouche retirar vídeo com “conteúdo inverídico” e “dizeres vexatórios” contra Marquinhos

Candidato do Avante faz acusações graves contra o atual prefeito e a imprensa da Capital

Por Redação - 20/outubro/2020 - 8:22 | 0 comentários
Capital


O juiz eleitoral Paulo Afonso de Oliveira determinou, na última segunda-feira (19), que o candidato a prefeito de Campo Grande, Promotor Harfouche, do Avante, retire de suas redes sociais, um vídeo que acusa o prefeito Marquinhos Trad (PSD) e faz ataques à imprensa.

O pedido à Justiça foi feito pela coligação do atual prefeito, Marquinhos Trad. A alegação é que o conteúdo é mentiroso.

A decisão do magistrado é uma tutela de emergência, a fim de evitar prejuízos à candidatura de Trad até que o mérito da ação seja julgado.

“Nessas condições, possivelmente a propaganda realizada pelo representado apresenta conteúdo inverídico, natureza negativa e dizeres vexatórios, maculando a imagem do candidato à reeleição, perante o eleitor”.

No vídeo, postado dia 16 de outubro, Harfouche cita que Marquinhos ‘’comprou a imprensa’’ e por isso os jornais promovem fake news contra ele. O candidato se referiu ao caso em que ele pede a suspeição do juiz Roberto Ferreira Filho, que iria julgar o pedido de impugnação da candidatura dele.

“Eu quero chamar a atenção ao que a imprensa está fazendo. Não, a imprensa não, a imprensa vendida, corrupta, comprada pelo senhor prefeito”, destacou na gravação.

O Sul Mato Grossense entrou em contato com a assessoria do promotor Harfouche. O candidato nos disse o seguinte: “A campanha de Harfouche continua. O que foi suspensa foi uma ação a pedido do próprio candidato e não a sua candidatura. No vídeo, apenas explico sobre os trâmites da minha candidatura, porque determinados jornais publicaram os fatos, enquanto outros distorceram a informação com o único objetivo de me difamar. A troco de que um jornal faz isso durante uma campanha eleitoral? Tire suas próprias conclusões. Tanto é que a própria Justiça já me concedeu direito de resposta nestes jornais”.


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