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Covid-19 matou 6 pessoas e infectou 624 na última semana em MS

Covid-19 matou 6 pessoas e infectou 624 na última semana em MS

26/01/2024 às 09h38 Atualizada em 26/01/2024 às 13h38
Por: Viviane Freitas
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Nas primeiras semanas de 2024, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) vêm registrando aumento significativo nos casos de Covid-19 em Mato Grosso do Sul.

Entre o primeiro e o terceiro boletins divulgados no ano, o aumento foi de 304,3%, já que foram registrados 138 novos casos da doença, e três óbitos (todos datados de anos anteriores) no início do ano, e 558 novos casos e cinco óbitos - três deles em 2024 - no terceiro boletim divulgado.

Agora, no quarto boletim, referente à terceira semana epidemiológica, foram registrados 629 novos casos e seis óbitos em decorrência da doença.

Dos seis óbitos, quatro foram de idosos acima dos 60 anos, com comorbidades; e dois de mulheres adultas de 46 e 56 anos, também com comorbidades relatadas.

Os óbitos foram nos municípios de Campo Grande, Angélica, Coxim, Vicentina, Dois Irmãos do Buriti e Rio Verde de Mato Grosso.

Casos

De acordo com o boletim epidemiológico, 47 municípios do Estado registraram novas contaminações pelo vírus nos últimos 7 dias.

Naviraí foi responsável pela maior parte das ocorrências, com 423 notificações.

Na sequência, aparecem com maior número de novos casos Campo Grande (102), Antônio João (18) e Rio Verde de Mato Grosso (17).

Nova variante

Em entrevista exclusiva ao Correio do Estado, a secretária adjunta da Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande (Sesau), Rosana Leite, revelou que uma nova variante da doença, a JN1, deve chegar nos próximos dias em Mato Grosso do Sul.

"Pelo histórico e experiência que tivemos com a Covid-19, nós temos essa previsão de que a nova variante logo chegue aqui", afirmou.

Segundo a especialista, a JN1 tem como característica alta transmissibilidade, mas costuma apresentar sintomas leves. Ela garante que a pasta têm condições de oferecer o suporte necessário para o enfrentamento ao vírus.

"A Sesau disponibiliza tanto testes como a vacinação, orientando as pessoas, principalmente os grupos de de risco, crianças idosos a tomarem o seu reforço, caso já tenham tomado há mais de 6 meses", pontuou Rosana.

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