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Palanque esvaziado expõe isolamento político e rejeição crescente de Adriane

Prefeita Adriane Lopes enfrenta isolamento político, rejeição popular e afastamento de aliados estratégicos

26/08/2025 às 17h03
Por: Marcelo Tognini
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Palanque esvaziado expõe isolamento político e rejeição crescente de Adriane

A prefeita Adriane Lopes vive tempos de isolamento em sua carreira política. Durante o desfile de aniversário da capital, o cenário chamou a atenção: o palanque, tradicionalmente ocupado por autoridades, permaneceu praticamente vazio, evidenciando a falta de apoio de lideranças e autoridades.

Mas esse isolamento não surgiu de forma repentina. O distanciamento começou dentro de seu próprio partido, onde políticos, como o vereador Professor Riverton, reduziram a proximidade política. A crise se aprofundou com o afastamento da senadora Tereza Cristina, que ultimamente tem evitado até foto com a prefeita.

Além das dificuldades na articulação política, Adriane enfrenta índices alarmantes de rejeição popular. Esse desgaste tem preocupado lideranças que temem ser prejudicadas ao se associarem ao nome de Adriane. O receio de que a impopularidade da prefeita se transforme em um peso eleitoral tem levado autoridades a evitarem aparições conjuntas.

Com tamanha rejeição, Adriane é tida nos bastidores como uma "morta-viva" política, com prazo de validade curtíssimo e com a possibilidade de transmitir desgaste para quem quer que se aproxime.

O episódio do palanque vazio reforçou a percepção de fragilidade da prefeita tanto entre a população quanto na própria classe política. Com as eleições se aproximando, o único que parece não ter pra onde correr é o marido da prefeita, o deputado Lídio Lopes. 

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Marcelo Tognini
Sobre o blog/coluna
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Escrevo porque preciso
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Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece,
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
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Paulo Leminski
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