Dados do boletim epidemiológico divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) indicam que 40 pessoas morreram de gripe A – vírus Influenza H3N2 – em Mato Grosso do Sul desde dezembro de 2021. Os cinco óbitos computados no boletim epidemiológico desta quarta-feira (19) são dos municípios de Itaporã (1), Campo Grande (1), Aquidauana (1), Dourados (1) e Nioaque (1).
A primeira morte por H3N2 ocorreu em 21 de dezembro de 2021. A taxa de letalidade da Influenza encontra-se em 14,2% em Mato Grosso do Sul, 5,7 vezes maior do que da Covid-19. A média móvel de óbitos dos últimos sete dias é de 3,3.
Mato Grosso do Sul soma 17 casos de Influenza entre o dia 18 e 19 de janeiro. Com isso, totaliza 281 testes positivos desde dezembro de 2021.
Dentre as notificações, 3 são de Rio Verde de Mato Grosso, 2 de Bela Vista, 2 de Chapadão do Sul, 2 de Dourados, 1 de Amambaí, 1 de Camapuã e 1 de Campo Grande.
De acordo com a SES, Mato Grosso do Sul enfrenta uma epidemia de Influenza e pandemia de Covid-19 ao mesmo tempo.
O secretário de Estado de Infraestrutura e presidente do comitê do Programa de Saúde e Segurança na Economia (Prosseguir), Eduardo Riedel, afirmou que a circulação viral tanto de Covid-19, quanto de Influenza, causa prejuízo a saúde da população sul-mato-grossense.
Sintomas
Os sintomas comuns da gripe H3N2 são:
Transmissão
A transmissão da gripe A H3N2 se dá por inalação ou contato com gotículas de saliva, secreções respiratórias ou superfícies contaminadas. Portanto, a transmissão pode ocorrer por meio de:
Prevenção
Existem inúmeras formas de se prevenir o contágio e proliferação da gripe H3N2. Veja: